terça-feira, 18 de agosto de 2009

Blog de antropologia!

Aeeee o blog de Antropologia do 3° Periodo de comunicação social está pronto, não perca tempo e aproveite para deixar seu comentário.

Qualquer sugestão é bem vinda!

Abraços

7 Comentários:

Estante Pessoal disse...

Iniciativa perfeita.
Este vídeo é o retrato da sociedade capitalista.
Um abraço

Estante Pessoal disse...

Pessoal se preparem hoje tem trabalho.
Um abraço

Estante Pessoal disse...

Galera bom domingo.
Quero fazer um comentário sobre a aula de reposição de sábado. Quem não foi perdeu muito mesmo. Foi uma SENHORA lição de Antropologia. De fato o povo Nacirema me ensinou uma grande lição.

Anônimo disse...

Boa Noite,
Estou preciso comentar em sala de aula este texto, e tenho dúvidas.

MORTE DE DEUS

Heidegger considera que a Morte de Deus é produto de uma filosofia mal elaborada. Havia a metafísica que tratava de realidades supra-sensíveis, e colocava Deus no seu cume, como Primeiro Ente, Causa Última, Valor Supremo.
Para Heidegger, a metafísica que, há séculos domina o ocidente, não contempla o ser mas esconde-o, e até lhe usurpa o lugar, deslembrando-o. E por distanciar do caminho do ser, esse estilo afastaria também da busca de Deus.
Nietzsche pretende demolir a metafísica, à qual estava ligado Deus. Assim, também Deus ruiria. É a morte de Deus.
Assim ele demolia uma realidade antiga para reintroduzir uma nova, no mesmo nível metafísico. Instaura novo valor, principio de tudo, que é a Vontade do Poder. E o resultado desta inversão de valores será o nascimento do Super-Homem, mediante a operação da Vontade do Poder.
Heidegger cita sentença de Vontade de Poder, de 1988, onde Nietzsche afirma que: a Vontade do Poder é a essência intima do ser. E salienta que: “O ser tornou-se valor”. E a Morte de Deus, através da inversão de valores, é desencadeada em nome de determinada metafísica, e não em nome do sentido profundo do ser.
Para Heidegger, a questão de Deus está ligada a questão do ser, e não à da metafísica. E por isso, antes de falar em Morte de Deus há que falar em “morte do ser”.
Se o esquecimento do ser, típico de certa metafísica, leva a Morte de Deus, a presença do ser aproxima de Deus.
Heidegger refere-se aos incrédulos que não acreditam em Deus, não porque ele seja inacreditável, mas porque renunciaram a toda possibilidade de crer, à medida que se tornaram incapazes de procurar Deus. E perderam a capacidade de pensar.
Mostra que não procurar Deus é sintoma alarmante, porque denuncia incapacidade de pensar, e, portanto, perda de humanidade. “Não buscar” equivale a perder a essência do ser pensante. Por outra parte, quanto mais pensante é o homem, mais apto está para buscar Deus.
O pensar que leva a procura de Deus possui dose de risco, e descarrega o temor que se agarra a suportes. O medo de pensar é sinal de recusa à existência autêntica. Este medo é apenas o medo diante da angústia. O medo da angústia e o apego a segurança, caracterizam a existência inautêntica, e afastam de Deus.
O medo de procurar e de pensar oculta o medo de encontrar Deus. O que é decisivo não é partir de Deus proposto ou recusado, mas abrir clareiras para que o homem possa ver mais longe, e inicie a procura.
E como o homem é por essência pensante, descartar sumariamente a questão de Deus é descartar também a questão do homem.
E descartar a questão do homem é descartar a questão de universidade, que só se justifica pelo homem-universo, que no Brasil, tem acentuado e incontornável componente religioso.
Espera-se que inteligência universitária não tenha medo de pensar e buscar, em todas as frentes e em todos os planos.

examedevista disse...

Olá, parabéns pelo blog.

Tenho me preocupado com a Antropologia da carne. Sim, da carne.

Veja:
http://examedevista.wordpress.com/2011/06/15/etica-politica-e-a-antropologia-da-carne/

Um abraço,

Anônimo disse...

Pessoal da antropologia... entrei nesse blog com o objetivo de contatar algum de vcs a fim de conseguir uma sugestão. Estou fazendo uma pesquisa sobre a influencia da cultura nas expressões faciais/corporais das pessoas. Gostaria de saber se há algum livro que trate do assunto... que comente o porquê do "jogo de cintura" do brasileiro, da discrição do japonês... e assim por diante... vocês tem alguma dica para mim? Muito obrigada :D
Karina - anirak8521@hotmail.com

Anônimo disse...

Filosofia, Antropologia e Sociedade

Pós-Graduação Lato Sensu em Filosofia, Antropologia e Sociedade

A Antropologia é a ciência que estuda o homem em sociedade, as culturas humanas, os comportamentos e costumes sociais, tendo como principal caracterísitca o interesse pela diversidade de modos de viver da humanidade tanto no passado como no presente e em qualquer lugar.
Filosofia é o campo da ciência que se ocupa da investigação, análise e reflexão dos ideais de mundo e de existência que temos. As inquietações do homem a respeito da construção de sua realidade e do seu pensamento foram o ponto de partida para o surgimento da prática filosófica, articulada ainda na antiguidade. A Filosofia nos ajuda a constituir uma visão ampla e crítica para nos ajudar a viver e entender o tempo e o mundo no qual vivemos hoje.

Programa Multidisciplinar e Interdisciplinar
Peridiciocidade: Mensal / Duração: 24 meses
(um encontro presencial por mês (sexta-feira das 18h as 23h e sábado das 08h as 18h)

Início das aulas: 26/04/2013
Matrículas até: 19/04/2013

Para maiores informações acesse: www.ipebj.com.br/curso/filosofia-antropologia-sociedade

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